Irmãos, oremos pela nossa libertação

Arquivado em: Sem Categoria, MENSAGEM DO DIA — Padre Luizinho at 4:16 am on Sexta-feira, Agosto 3, 2007

“Sede sóbrios e vigiai, porque o demônio, vosso adversário, anda como um leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhes fortes na fé”. (cf 1 Pedro 5,8) 

Em primeiro lugar quero proclamar que em Cristo sou mais que vencedor.
Por isso, renuncio a todo Mau, principalmente o mau uso de minha liberdade,
Quero senhor ser forte na fé, para resistir ao pecado e ao maligno.
Confesso que muitas vezes nas minhas escolhas e decisões,
Aproximo-me do maligno como um cão amarrado.
Abri Senhor os meus olhos, para perceber as ocasiões de pecado,
Onde ignoro minha consciência e entrego a minha vontade,
Eu dou brecha ao Mal optando pelo pecado.
Quero renunciar a uma consciência laxa e ao desânimo de lutar contra a tentação. Renuncio a cegueira espiritual e a falta de oração em minha vida,
Não posso colocar toda a culpa no demônio, tirando a minha responsabilidade,
Quero assumir minhas falhas, para que eu possa experimentar a libertação.
“Confessei afinal o meu pecado, e perdoastes Senhor as minhas faltas”. 
Renuncio em nome de Jesus, por todas as vezes que guardei mágoa e ressentimento,
Quando alimentei a raiva e o espírito de vingança gastando meu tempo com mangações,
Abri senhor o meu coração para entender que o primeiro passo para minha cura e libertação,
É o perdão por mim recebido e dado a todos nós por Cristo na cruz.
Em nome de Jesus, eu quero perdoar e me reconciliar com todas as pessoas,
Que me machucaram e perdoar a mim mesmo de toda sensação de fracasso.
Revestindo-me da armadura de cristo e do capacete da salvação,
Da fé, e da espada do Espírito, que é a palavra de Deus,
Eu renuncio a Ira, que muitas vezes toma posse dos meus sentimentos.
Renuncio a compulsão em comer, a Gula, como compensação e desequilíbrio,
Assim acabo caindo na Luxuria e nos desvios da sexualidade.
P
orque quem não consegue controlar a boca,Não consegue controlar o resto do corpo.
Renuncio a toda Inveja, proveniente da incapacidade de conquistar, com a capacidade que Deus me deu.
Quero sair de uma situação de Preguiça, que me deixa vencido e sem reação,
Para assumir com a Graça de Deus, uma atitude de batalha e esforço pessoal.
“Porque nada é impossível aquele que crê”, no Senhor Jesus ressuscitado,
Quero renunciar todas as vezes que neguei a existência do demônio,
Mas que eu também menosprezei a força da Graça de deus.
Derrama sobre mim Senhor o teu Espírito Santo,
Para que eu possa proclamar que Jesus Cristo é o meu Senhor,
E receber de suas mãos a cura do corpo e da alma, a libertação.
Uno-me a Virgem Maria e a São Miguel Arcanjo,
Para que eu tenha visão espiritual e com eles consiga vencer as forças das trevas.
“Pois o homem que reza sempre vencerá,
Mas aquele que não reza será sempre vencido”. (São Padre Pio)
Quero concluir louvando e bendizendo ao infinito amor de nosso Deus,
E disser que é no louvor que Ele age, transformando os nossos corações.
Pois o louvor e a alegria exorcizam o demônio! Amém.


Termine essa oração louvando e bendizendo a Deus por todas as graças e acontecimentos em sua vida e proclamando o senhorio de Jesus.

Minha benção fraterna. 
Pe Luizinho, CN.

As características da personalidade madura

A pessoa madura não idealiza as demais pessoas

  1. A segurança emotiva e a percepção realística de si mesmo (auto aceitação)


Indica a capacidade de suportar a frustração, de modo que os estados emotivos não interfiram nos seus atos nem interfiram no bem estar dos outros. Os impulsos emotivos (da agressividade e da sexualidade) são assumidos, integrados e nunca reprimidos. Assim se fará um bom uso destas importantes energias impulsionadoras do crescimento do indivíduo. Esse processo é feito sem grandes perturbações. As frustrações são bem trabalhadas. Os conflitos e tensões, mesmo presentes, não são determinantes e não impedem o desenvolvimento de um autêntico senso de segurança e confiança.



A segurança emotiva não consiste apenas na capacidade da suportação das frustrações, mas também na capacidade de trabalhá-las, ou seja, canalizar as energias emotivas para uma causa nobre e não para um perigoso processo de auto destruição. Possui o senso da proporção das coisas, sabendo correr riscos razoáveis à luz do bom senso, onde a cautela e a prudência caminham lado a lado com a prevenção de expressões de pânico ou de dramatizações exageradas das diversas situações.



É um alguém capaz de exprimir o próprio pensamento, os sentimentos e convicções sem se sentir ameaçado ou sob o efeito do complexo de culpa. O ponto de vista dos outros na sua diferença e peculiaridade não o inibe nem lhe tolhe a liberdade de se exprimir com responsabilidade e no desejo de acertar e ajudar os outros. Sabe respeitar e levar na devida consideração a opinião e os sentimentos dos outros. Por isso, não se sente o dono da verdade nem se apresenta como um oportunista manipulador da opinião da maioria em prol dos próprios interesses. Suas intervenções são sinceras e se fundamentam na sincera busca do bem comum.



Sem perder a força propulsora dos grandes ideais que impulsionam a própria vida, a pessoa é realista e não dramatiza as situações ou experiências desagradáveis. Procura desenvolver um auto controle que não lhe permita de viver ao sabor das variações emotivas ou das imaturidades ou descontroles dos outros. O seu comportamento, substancialmente, não é reativo, mas pró-ativo, ou seja não são os impulsos emotivos imediatos que condicionam a ação a ser tomada, mas os princípios comportamentais que se considera como verdadeiros valores.

Sua vida é marcada pela graça do momento presente. Por isso, não vive o saudosismo improdutivo e paralisante do passado, nem se perde em vãs expectativas ou exagerada preocupação com o futuro. Nem muito menos vive num presentismo onde a vida parece condicionada e fixada no agora, constituído por momentos isolados, desconexos, sem sentido. As raízes profundas fixadas na salutar tradição do passado, com toda a grande riqueza de suas sapienciais heranças. O futuro suscitará antenas sensíveis, para captar os sinais dos tempos, de modo a não faltar uma bem compreendida preparação para o mesmo. Deste modo, a capacidade de programação será um poderoso preventivo para toda espécie de improvisação e de paliativos de última hora. Este mesmo momento presente, vivido intensamente, é também marcado pelo senso do realismo e por uma inteligente capacidade de adaptação às condições climáticas, geográficas, culturais, sociais, políticas e econômicas.

Sem deixar de ser ele mesmo, saberá sensatamente adaptar-se às pessoas na sua diversidade, limites e valores. Saberá tirar proveito disso, mas sem manipular as coisas conforme as próprias conveniências. As respectivas exigências destas condições (do ambiente e das pessoas) são harmonizadas com as necessidades do indivíduo. O fato de estar numa determinada situação faz com que a realidade seja assumida assim como ela se apresenta, tentando de transformar o que for possível e assumir integrando na própria personalidade o que não é possível transformar.



Conviverá sem dramas com aqueles problemas que efetivamente ou momentaneamente não apresentam solução satisfatória. Não é um alguém que passa todo o tempo a se lamentar com expressões tais como: "deveria ser assim, ah se eu estivesse com outra pessoa ou noutro clima, ou noutra congregação, ou noutra vocação a situação seria melhor", etc. Noutras palavras, a pessoa não vive de fantasias, de ilusões, mas a partir da realidade tenta nela encarnar os valores que acredita. Tudo isso, portanto, não significa que haja uma adaptação ou uma adequação passiva do indivíduo ao ambiente como se ele fosse um fruto do meio ou um consumidor parasitário do que lhe é oferecido ou imposto.

O comportamento maduro nunca comportará atitudes masoquistas ou marcadas pelo vitimismo. Por isso, marcada por um comportamento resignado e apático, a pessoa imatura sente dificuldade na sua auto superação rumo a níveis mais altos de qualidade de vida, de amadurecimento e de efetivo crescimento.



Ao nível de inconsciente, quando não estamos atentos e inseridos no auto-conhecimento, nós colocamos sobre a nossa identidade as máscaras das quais os atores gregos faziam uso, quando representavam nas tragédias e interpretavam os vários personagens nas peças de teatro. Conforme era a máscara, da mesma forma era a voz e o comportamento. Aquele alguém interpretado não era o mesmo que o interpretava.

continua abaixo...

Quando o senso da verdade de quem somos não é claro ou atuante, colocamos a máscara nas nossas atitudes para corresponder às expectativas dos outros, especialmente das pessoas significativas. Vem à tona este duplo aspecto: o que os outros esperam de mim e aquilo que eu quero apresentar de mim mesmo aos outros. A imagem que o indivíduo quer apresentar de si mesmo é o que tantas vezes prevalece. Se esse desejo de agradar for exagerado, ele acabará sendo um alguém não somente fragilizado, como também condicionado por uma variedade de identidades.



Essa duplicidade ou multiplicidade de personalidades, atuadas conforme o momento ou a conveniência, gerará um terrível desgaste psicológico (com repercussões físicas e espirituais) gerando, assim, um notável desperdício de energia psíquica. Certos comportamentos trazem em si o desejo de externar uma boa imagem de si: o esforço de mostrar aos outros, o que se é capaz de fazer, tendo por alvo aumentar a credibilidade e por conseguinte reforçar a auto-estima.

O problema é que, quando as coisas começam a andar mal ou quando surgem as contradições e a vida com suas aparências sofrem riscos, a verdadeira realidade que estava submersa ou camuflada vem à baila; e se desmascara a mesma realidade que se tentou esconder.
Porém, como a pessoa ideal não existe e o mito do super-homem ou da mulher maravilha é uma tola ilusão, os limites ou os condicionamentos que estão por trás de certos comportamentos hão de aparecer talvez através de desagradáveis surpresas. Por isso, a segurança emotiva significa também reconhecer os próprios limites, assumi-los com humildade e realismo, importa integrar as sombras, ou seja os elementos negativos da personalidade. Negá-los, camuflá-los, encobri-los poderá gerar uma ilusão desgastante e nociva para a alegria e a serenidade.



Manter algo encoberto, sob a pressão implacável do medo nunca há de ser algo positivo. É bem verdade, que, para quem tem valores morais e éticos, e neles acredita, nunca deve desistir de vivê-los, nem deve, erroneamente, em nome da sinceridade, abraçar ou simplesmente viver em conformidade com os próprios impulsos ou as próprias inclinações quando estas revelarem contra-valores na sua forma de expressão. Esse senso da realidade levará a comportamentos equilibrados, balanceados e isento de destemperos, iluminado pelos ditames da razão e transfigurado pela fé. Portanto, nem o fracasso deprime, nem o triunfo leva a euforia.



A pessoa madura não idealiza as demais pessoas. Haverá de encará-las na sua realidade: podem errar de tantas formas e por tantos motivos conhecidos ou encobertos. Deste modo se evitará exigir dos outros aquilo que os outros efetivamente não podem oferecer.

Algumas limitações psicológicas ao nível de insegurança, como a rejeição de toda responsabilidade não deve ser considerada como virtude, mas fuga que nasce de um complexo de inferioridade. Certos medos de se expor ou medos de assumir certos riscos ou a fuga ao enfrentar alguns tipos de problemas pode revelar não tanto humildade, mas imaturidade. A meta de quem se comporta assim é manter-se numa tranqüilidade passiva, compreendida como fuga dos problemas, fuga obsessiva dos conflitos para salvaguardar uma dependência que a impeça de decidir e de pensar com a própria cabeça, assumindo as responsabilidades da decisão tomada.



O cuidado obsessivo de não turvar as águas, de não levantar poeira que leva à manutenção de uma «paz de cemitério», mesmo quando a verdade e o bem maior estejam em jogo, pode revelar um perigoso descaso e um comportamento infantil. Talvez se entenda como é perigoso este quadro de religiosos, consagrados e cristãos leigos que buscam na vida comunitária do matrimônio ou da vida consagrada um doce refúgio, um ninho acolhedor para esconder seus medos, seus traumas e recalques bem como acomodar sua frágil personalidade num lugar longe dos conflitos ou desafios desgastantes.



O mesmo princípio se pode aplicar no caso de pessoas que procuram a solidão ou o isolamento não por motivações nobres tais como a oração, a contemplação, a atividade intelectual, mas simplesmente para não enfrentar os desgastes e as exigências da convivência com os outros. E este fenômeno tem sido muito comum nos últimos tempos (não querer partilhar o próprio espaço físico, os próprios bens, as próprias idéias e sobretudo a própria vida).

Concluindo
Parece desafiante e exigente este projeto de maturidade. Talvez, por isso mesmo ele seja bom. Afinal, maturidade não se alcança dando saltos mágicos, mas dando passos, pacientemente, insistentemente. Os desafios serão sempre uma fonte inexaurível de crescimento e de estímulos para melhorar. Basta acreditar e investir.



Padre Antônio Marcos Chagas
Fonte: Comunidade Shalom

A poligamia na África

Em outros lugares do mundo, a poligamia existe sem estar necessariamente relacionada a questões religiosas. Em sociedades mais tradicionais da África Subsaariana, por exemplo, a prática é comum – segundo o relatório "Social and ethical aspects of assisted conception in anglophone sub- Saharan Africa", da Organização Mundial de Saúde .O estudo da OMS afirma que, mais do que ser aceita, a poligamia é até mesmo incentivada entre os homens nesses lugares. E, em muitas regiões africanas, a religião predominante é o islamismo – o que promove uma soma de questões culturais e religiosas, fortalecendo ainda mais a aceitação da prática.

Um dos fatores que serve como incentivo à poligamia na África é a valorização enorme da maternidade nesse continente. "Crianças são tão valorizadas na África que a procriação é considerada a maior razão para o casamento e a principal causa, se não a justificativa, para a poligamia e outras formas de casamento que poderiam ser consideradas mais ou menos estranhas pela perspectiva de outras culturas", diz um outro relatório da OMS para a África, intitulado "ART and African sociocultural practices: worldview, belief and value systems with particular reference to francophone África". Essa atenção dada à maternidade na África chega a ser incoerente com outras ocorrências observadas no continente.Por exemplo, a prática da mutilação genital costuma causar sérios danos à saúde sexual das mulheres, dificultando as relações sexuais, o parto, ou até mesmo tornando-as estéreis. Além disso, a mortalidade infantil é altíssima no continente, que apresenta também elevadas estatísticas de crianças que se tornaram órfãs devido ao fato de seus pais serem vítimas da Aids.

A OMS aponta, ainda, conseqüências nada positivas da poligamia na África. Cria-se uma competição entre as diversas esposas, que lutam por direitos relacionados à gravidez, ao parto e à maternidade, e são submetidas à pressão de dar à luz herdeiros do sexo masculino – já que estão inseridas numa sociedade patriarcal. Um outro fator associado à prática da poligamia é o crescimento do número de filhos por pai, e da média de tamanho das famílias.

Além disso, o fato de os homens terem várias mulheres na África é apontado em certas pesquisas como um dos fatores que contribuem para a disseminação do vírus da Aids no continente, cujos países já são os que mais concentram soropositivos em todo o planeta – a previsão é de que haja seis milhões de contaminados em toda a África até 2010, segundo a ONG YFC, que tem vários programas concentrados em resolver questões exclusivamente na África.

É fato que, mesmo com a possibilidade de ter várias esposas, os homens não deixam de ter relações extraconjugais - o que até contraria as intenções que o islamismo afirma ter ao permitir a poligamia - e há muita desinformação a respeito do uso de preservativos, somada à relutância em utilizá-los, mesmo quando se sabe da sua importância. Segundo estatísticas fornecidas pela YFC, no ano de 2000, 45% dos jovens africanos tornaram-se sexualmente ativos entre os 16 e os 18 anos, quase 80% deles eram solteiros e 25% afirmaram que sua primeira experiência sexual foi involuntária. Leia mais aqui.

Poliandria: uma mulher, vários maridos

No dia 16 de novembro de 2004, foi ao ar no Jornal da Globo uma reportagem sobre as famílias poliândricas que vivem isoladas nas montanha do Himalaia, no norte da Índia, quase fronteira com o Tibet ( veja Erro! A referência de hiperlink não é válida. o vídeo da reportagem). A poliandria consiste no casamento de uma mulher com vários homens – um tipo de família raro no mundo atual.

Tanto as mulheres mostradas na matéria quanto seus maridos eram felizes com suas famílias enormes. Os entrevistados contaram quais as vantagens de vários homens, geralmente irmãos, se casarem com uma mesma mulher: por exemplo, garantir a segurança da família, já que acabam formando uma grande comunidade, morando e criando filhos juntos; assegurar maiores chances de se conseguir trabalho, alimentos e moradia – quando irmãos decidem casar-se com mulheres diferentes, precisam deslocar-se para alcançar essas condições de vida.

Enquanto uma entrevistada de 17 anos revelou que preferiria ter apenas um marido e formar com ele uma família mais "convencional", um homem idoso que deu seu depoimento achou que isso que a menina desejava era puro "romantismo juvenil", enfatizando todas as boas razões para se ter uma família poligâmica, mais especificamente poliândrica, no caso.

Camila Leporace Tendências e Debates

Poligamia: causas, conseqüências e curiosidades
20/12/2006

No último dia 21, o jornal inglês "The Guardian" noticiou que um morador de Utah, nos Estados Unidos, estava sendo julgado e poderia ser condenado à prisão por cumplicidade no estupro de uma menina de 14 anos. O suposto crime não teria recebido grande destaque, não fosse o fato de o acusado, Warren Jeffs, ser "profeta" de uma comunidade religiosa e poligâmica da região de Hilldale - localizada entre Utah e o Arizona - baseada na "Fundamentalist Church of Jesus Christ of Latter Day Saints (FLDS)", ou "Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias". A igreja é uma dissidência dos mórmons, que se formou há mais de cem anos e, segundo reportagem da revista Economist, provavelmente tem em torno de 10 mil membros.

Essa é a religião dominante em Utah. Nos anos de 1830, o fundador da Igreja dos mórmons, Joseph Smith, falou pela primeira vez em casamento múltiplo com finalidade celestial. A poligamia foi, mais tarde, abolida entre os mórmons, no entanto mantém-se até hoje entre os adeptos da FLDS. A menina que Jeffs teria ajudado a estuprar contou aos promotores do caso que foi obrigada a selar um "casamento espiritual" com seu primo, contra a sua vontade, e que se não obedecesse à ordem de "procriar" estaria condenada a viver uma "maldição eterna".

Segundo dados revelados no ano passado pelas promotorias públicas de Utah e do Arizona, existem cerca de 40 mil pessoas vivendo em situação familiar de poligamia nos Estados Unidos. No entanto, apesar de o caso de Jeffs ter trazido à tona a relação entre religião e poligamia numa determinada região norte-americana, o casamento múltiplo é uma prática que pode ou não estar associada a questões religiosas.

No Islamismo, a poligamia é permitida. O homem pode se casar com até quatro mulheres, com a condição de que dê atenção igual a cada uma delas. Um site especializado em esclarecer dúvidas sobre o Islamismo explica que os muçulmanos consideram mais honesto ser casado com várias esposas do que ter amantes, e que é da natureza do homem ser poligâmico e da mulher ser monogâmica. O site lembra, no entanto, que o Islã não permite o contato sexual antes do casamento e proíbe também o sexo extraconjugal.

Na Turquia, a poligamia é contra a lei: não se pode casar com mais de uma pessoa no cartório. Numa cerimônia religiosa, no entanto, o casamento múltiplo é permitido. Em dezembro de 2004, matéria da BBC descreveu a poligamia como uma prática conservadora, e afirmou a entrada da Turquia na União Européia estava sendo condicionada a vários fatores, dentre eles a "maneira como o país trata suas mulheres". "A região é conhecida por suas tradições conservadoras, dentre elas a poligamia", dizia a reportagem.

A Igreja Católica se opõe à poligamia porque a considera um pecado, já que vai contra o sacramento do Matrimônio. No catolicismo a poligamia é equiparada ao adultério, e é tida como uma prática que entra em contradição "com a igual dignidade do homem e da mulher e com a unicidade e exclusividade do amor conjugal; a rejeição da fecundidade, que priva a vida conjugal do dom dos filhos; e o divórcio, que se opõe à indissolubilidade", conforme explica este site.


Crescer em Deus...

Umas das coisas mais importantes para o equilíbrio humano
 
Umas das coisas mais importantes para o equilíbrio humano e também para aprender a crescer em Deus é descobrir sua responsabilidade pessoal quanto ao crescimento espiritual. A Bíblia não tem medo de afirmar que cada um deve ser responsável pelo crescimento de sua fé e de sua vida em Deus. Nosso sacrário interior não é estático. Assim como quando deixamos a casca crescer ele vai se atrofiando dentro de nós, quando alimentamos corretamente ele cresce, prospera e vai sendo cada vez mais o protagonista de nossa vida.

Os santos foram aqueles que tiveram a coragem de alimentar o sacrário interior a ponto de deixá-lo como o grande inspirador de tudo que pensavam e faziam.

Como alimentamos o sacrário interior? "Desejo [...] igualmente que tua lama prospere" (3Jo 2). "Tu, portanto, meu filho, procura progredir na graça de Jesus Cristo" (2Tm 2,1).

Com certeza, você conhece muita gente que, aparentemente, não tem nenhum motivo para ser feliz – aliás, tem todos os motivos humanos para ser infeliz – e que, no entanto, fez uma opção pela felicidade. Decidiu viver na bênção de Deus. Acolheu a graça, tem a paz. Vive em paz, constrói a graça. Gente sem perna, feliz. Gente sem dinheiro, feliz. Gente sem saúde, feliz. Pobre, feliz. Maltrapilho, feliz (sempre com um cachorro, feliz, do seu lado).

Mas, com certeza, você também conhece muita gente que, aparentemente, não tem nenhum motivo para ser infeliz – aliás, tem todos os motivos humanos para ser feliz – e que, no entanto fez uma opção pela infelicidade. Decidiu viver longe da bênção de Deus. Fechou-se à graça, perdeu a paz. Vive sem paz, destrói a graça. Gente rica, infeliz. Jovem e bonita, infeliz. Saudável, infeliz. Famosos, infelizes.

Os infelizes semeiam infelicidade. Buscam fora a felicidade o tempo todo, por isso não encontram. Trocam de coisas e de pessoas. Mudam tudo, por fora, mas continuam com o coração sem graça, sem paz. Quem não vive na graça de Deus pode ter dinheiro, fama, saúde, tudo. Mas é infeliz, porque não acha graça na vida.

Gente infeliz gera infelicidade. Por isso muitos de nós somos condicionados pelo pecado, o condicionamento exterior tem o poder de um controle remoto. Só que é como se esse controle ficasse sempre na mão do encardido. O encardido vai criando umas coisinhas e ficando com o controle. O pecado guardado é controle na mão do encardido. Quando você guarda um pecado, você não o guarda sozinho. O encardido está sempre ali para guardar junto. Para trancar bem trancado. E com isso ele assume o controle.

A pessoa controlada pelo encardido perde a paz e a graça porque acaba se transformando naquilo que ele sugere. No lugar de tomar posse da graça e da paz de Deus, a pessoa depende do que os outros falam. Alguém diz que você está bonita e então você fica alegre. Mas é comum escutar alguém dizendo: "Eu acordei tão bem! Mas fui ao mercado e encontrei com aquela fulana e isso me estragou o dia". Que poder tem essa fulana! É poder que só você pode delegar.

É o controle. E esse controle é o encardido que entrega. É uma senha. O seu coração tem uma senha, que só Deus, você ou o encardido sabem. Você escolhe para quem dar a chave. Na hora em que você reconhece seu pecado e se confessa, você entrega o controle de seu coração para Deus. E da parte de Deus você só pode esperar graça e paz. Mas, quando você não consegue confessar, quando guarda o pecado e vive na mentira, você entrega o controle do seu coração ao encardido. E ele, especialista em casca para esconder seu sacrário interior, começa a controlar você. E é por isso que você vive na tristeza, na angústia, na depressão e no desânimo. Qualquer coisinha está gritando, está berrando. Não fala com o pai, com a mãe. Dorme com o irmão no mesmo quarto, mas não se falam. Irmão com raiva de irmão. Você tem 18 ou 19 anos. É tão novo ainda, mas já tem raiva do ex-namorado, já tem raiva de muitas pessoas. Como é que você quer que o Espírito Santo se una a você na luta espiritual?

Quando permanecemos na casca, delegamos o controle de nosso coração ao encardido. Os frutos desse fechamento são: ódio, briga, divisão, ciúme, contenda, bebedeira, prostituição, homossexualismo, pornografia, masturbação, maconha, álcool, cocaína. É fácil descobrir!

Quem está com o controle? Como é que você pode dar o controle para alguém machucá-lo apenas com palavras? Não! Você é imagem e semelhança de Deus! Deus tem ciúmes de você! Você é d'Ele! O controle único da sua vida tem que estar na mão d'Ele. Porque Ele foi o único capaz de vir ao seu encontro e restituir a você a dignidade humana.

Assuma o controle. Viva na graça. Construa a paz. Entregue seu passado a Deus. Por pior que esse passado tenha sido, lembre-se sempre: seus pecados não atingiram seu sacrário interior.


Trecho do livro: Gotas de cura interior
 

 

Deixa Deus te acalmar

O Senhor traz a bonança para a sua vida e para a sua alma

Você já foi pego de surpresa por uma tempestade? Eu já, mas não de chuva; ao lembrar desse fato, sinto muita vontade de rir. Eu estava na missão de Palmas/TO no ano de 2004. Era um finalzinho de tarde e resolvi fazer uma caminhada na praça perto da nossa casa. O tempo estava ótimo, porém, ventando muito. Quando menos esperava, fui surpreendida e envolvida por um redemoinho com muita terra, areia, plásticos, papéis. Ele passou tão rapidamente e foi girando até perder a força e bater num muro. Os meus olhos se encheram de ciscos, meu cabelo, que é super liso, endureceu todinho e eu fiquei totalmente empoeirada. Além do mais, quase caí.

Só consegui dar muita risada desse acontecimento, mas depois, num momento de oração comecei a refletir sobre as tempestades espirituais e como eu reagia em cada uma delas. E veio à minha mente a passagem bíblica da tempestade acalmada. (cf. Mateus 14, 12-33)

Todos nós passamos por grandes tempestades na vida e muitas nos apanham de surpresa. Neste caso, os discípulos entraram no barco por ordem de Jesus. E, mesmo obedecendo, foram atingidos por uma forte tempestade. Durante toda aquela noite eles remaram, mas o barco estava no meio do perigo, ameaçando naufragar. E no momento mais angustiante, quando as esperanças estavam se esvaindo, as forças exauridas, acabadas, Jesus apareceu para encontrar-se com eles.

“Coragem, Sou Eu. Não tenham medo”. É interessante ver que antes de acalmar o mar, Jesus acalmou os discípulos. Porque a tempestade que estava dentro deles era maior do que a tempestade que estava fora deles. Isto significa que, às vezes, o maior problema que enfrentamos não são as circunstâncias que nos cercam, mas o sentimento que nutrimos na alma. Não adianta acalmar o mar, sem acalmar o coração. Não adianta acalmar as circunstâncias sem acalmar os sentimentos. Quando o Senhor vem ao nosso encontro, é isso que Ele faz.

O problema que você está vivendo pode ser o caminho de acesso que Jesus encontra para chegar na sua vida. Quando Ele vem andando sobre o mar, diz: “aquilo que aflige vocês, que ameaça, desperta medo, que conspira contra vocês, está literalmente debaixo dos meus pés. Eu tenho o total controle de tudo”.

Eu não sei o que aflige a sua alma nesta hora, mas, posso te garantir: o Senhor sabe, e o melhor, Ele é infinitamente maior que seus problemas; e ainda, seus problemas estão todos debaixo dos Seus pés.

Pedro, vendo Jesus, cheio de entusiasmo pede para ir até Ele andando sobre as águas. Pula do barco e começa a caminhar, mas, tendo medo começa a afundar. Só que foi neste momento de fraqueza de Pedro, que Jesus o toma pela mão e o socorre.

Quem sabe você está sendo tragado pelas águas das dificuldades, mas lembre-se que Jesus vem para estender a mão àquele que está afundando. Como Ele levantou Pedro Ele quer hoje te levantar.

Depois que Jesus tira você do mar feroz, Ele acalma a tempestade e as circunstâncias. O Senhor traz a bonança para a sua vida e para a sua alma. A tempestade não vai durar a vida inteira. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã, como diz o salmista.

Se você está vivendo um problema muito grande, saiba que em breve virá a bonança maior ainda. Porque quando o vale é muito profundo, é sinal de que ali está o começo de uma grande montanha. A bonança virá. O Senhor vem ao seu encontro para acalmar o vendaval da sua vida.

Um segredo é olhar sempre e fixamente para o Senhor. Em tudo recorrer a Ele, pois quando tiramos os olhos do Senhor, nos desviando daquilo que é sua vontade, aí sim, afundamos.

Que o Senhor abençoe nossos propósitos e o desejo de permanecermos na sua vontade que é sempre o melhor para nós! Amém.

Unida em oração,

Ana Néri
ananeri@cancaonova.com
Missionária na Comunidade Canção Nova desde 1998. Atua no Departamento de Música, na missão de Cachoeira Paulista/SP.

Adoção por homossexuais aprovada na Câmara dos Deputados

Arquivado em: Casamento — felipea at 5:59 pm on Quinta-feira, Janeiro 4, 2007

A Comissão Especial da Lei de Adoção, da Câmara dos Deputados, aprovou no último dia 2 de janeiro o relatório que prevê a criação de dois cadastros nacionais de adoção. O texto também garante o direito à licença de 15 dias para adotantes e permite a adoção por casais homossexuais. O relatório é de autoria da deputada Teté Bezerra (PMDB-MT). (Fonte: http://minhanoticia.ig.com.br/materias/408001-408500/408452/408452_1.html - 04/01/2007 - 14:41)De acordo com a comissão, o juiz deve avaliar o que representa maior vantagem para a criança ou adolescente. Este assunto polêmico entrará nos lares brasileiros através da novela “Páginas da Vida”, da rede Globo. Nos próximos capítulos, um casal homossexual masculino tentará adotar uma criança. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não faz qualquer menção em relação à adoção por casal homossexual e estabelece que primordial é o bem estar da criança.Recentemente, em um caso real, a Justiça permitiu a expedição de uma certidão de nascimento de uma menina que foi adotada por um casal homossexual masculino, na cidade de Catanduva, interior de São Paulo. Esse foi um caso inédito no país, constando na certidão o nome dos dois companheiros. Além do casal de Catanduva, a Justiça já havia determinado o direito a uma certidão de nascimento para dois casais homossexuais formados por mulheres. Os casais são das cidades de Bagé (RS) e do Rio de Janeiro.A Igreja católica discorda radicalmente desta prática que inaugura entre nós, de fato, “a família alternativa”, porque não está de acordo com a vontade e a Lei de Deus e é um mal para a sociedade e para a criança.O Livro do Gênesis diz que Deus criou o homem e a mulher e mulher, um para o outro. Deus disse duas vezes a Adão que lhe daria uma “ajuda adequada” (Gen 2, 18.20), e fez a mulher, e não outro homem. E mais, disse ao verdadeiro casal: “Por isso homem deixa o seu pai e a sua mãe, se une a sua mulher, e sereis uma só carne” (Gen 2,24). E assim Deus instituiu o casamento e a família,  da união de um homem com uma mulher; fora disso a Igreja não aceita outra realidade de família, porque a família falsa é como o dinheiro falso, não tem valor.O Catecismo da Igreja afirma que a prática homossexual (não a tendência) é depravação grave. “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (Gn 19,1-29; Rm 1,24-27; 1Cor 6,9-10; 1Tm 1,10), a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados” (CDF, decl. Persona humana, 8). São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.” “Já os filósofos estóicos – afirma D. Estevão Bettencourt, osb - antes dos cristãos, haviam condenado o homossexualismo. Isto bem mostra que o repúdio a tal prática não procede unicamente da fé cristã, mas deriva-se da própria razão humana. Esta verifica que o homossexualismo é antinatural e, por isto, uma aberração.” (PR, Nº 365 – Ano 1992 – Pág. 456)O perigo de se equiparar as uniões do mesmo sexo ao matrimônio significa permitir a entrega de filhos a homossexuais, porque não se pode legalizar um tipo de “casamento” sem incluir a adoção.As pessoas homossexuais devem ser respeitadas e protegidas como pessoas, mas seu estilo de viver não deve ser proposto aos filhos como uma opção de vida.A Igreja não aceita que um homossexual se case com uma pessoa do mesmo sexo da mesma maneira que não aceita que um polígamo se case com várias mulheres; não é, portanto discriminação com nenhum dos dois. A lei de Deus é igual para todos e a sociedade tem um modelo de matrimônio que demonstrou sua eficácia durante séculos.A doutora Cláudia Navari, professora da Faculdade de Bioética do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum (Roma), em declarações a agência Zenit (ROMA, 5 de abril de 2004 (ZENIT.org), disse: “Uma intenção «manifestamente ideológica» de acabar com o significado próprio do matrimônio está por trás do interesse dos casais gay de que se equiparem legalmente suas uniões ao matrimônio”.   A Igreja não concorda de forma alguma que casais gay adotem crianças porque vê nisto um grande prejuízo para a verdadeira família, para a sociedade e para a educação dessas crianças, no campo afetivo e psicológico.

Desta forma começou a ser celebrada a Semana Santa

Entrevista a Zenit do padre Juan Javier Flores Arcas, osb


CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 6 de abril de 2006 (ZENIT.org).- Desde quando se celebra a Semana Santa? A esta e outras perguntas responde nesta entrevista o beneditino Juan Javier Flores Arcas, presidente do Instituto Pontifício Litúrgico de Roma.

--A Semana Santa como tal celebra-se desde os inícios do cristianismo?

--Pe. Flores: O núcleo original mais antigo da Semana Santa é a Vigília Pascal, da qual temos rastros já no século II da era cristã. Foi sempre uma noite de vigília em recordação e espera da ressurreição de Jesus Cristo.

A isso se acrescentou muito logo a recepção dos sacramentos da iniciação cristã: batismo, confirmação e eucaristia, pelo que se converteu por sua vez na grande noite sacramental da Igreja.

Posteriormente, a Vigília Pascal desenvolveu-se estendendo no tempo e se transformou no tríduo da paixão, morte e ressurreição do Senhor, do qual já fala Santo Agostinho como uma celebração muito generalizada.

Este tríduo acrescentou à Vigília já existente outros momentos importantes da celebração, em concreto, a memória da Morte do Senhor na Sexta-Feira Santa e na Quinta-Feira Santa. Este último contemplava nada menos que três celebrações eucarísticas muito diversas.

Segundo as diversas fontes de diferentes liturgias celebrava-se uma missa para reconciliar os pecadores, uma missa crismal e a missa que recorda a instituição da Eucaristia pela tarde.

Na liturgia atual, o Tríduo Pascal começa na tarde de Quinta-Feira Santa com a Missa da Ceia do Senhor e se une ao primeiro dia do tríduo que é, em si, a Sexta-Feira Santa da Paixão do Senhor. O segundo dia é o Sábado Santo da sepultura do Senhor, um dia de silêncio, jejum e espera. Não há Eucaristia neste dia no sinal de espera.

A Igreja detém-se ante o Sepulcro do Senhor crucificado e espera sua Ressurreição. Com a Vigília Pascal, na noite do Sábado Santo, começa o terceiro dia do tríduo pascal: o Domingo da Ressurreição do Senhor.

--Por que se diz que a noite de Páscoa é o dia mais importante do ano?

--Pe. Flores: O domingo de Ressurreição é o dia mais importante do ano litúrgico. Seu centro é precisamente a Vigília Pascal, na noite do Sábado Santo ao domingo de Ressurreição, mas pertence integramente ao Domingo.

É a celebração mais importante do ano, centro de todo o ciclo litúrgico. É a grande noite sacramental da Igreja.

E a foi durante séculos, e graças à reforma litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano II voltou a ser. Os cristãos renovam suas promessas batismais enquanto contemplam como novos cristãos se incorporam a sua comunidade. Constitui a origem de toda celebração litúrgica e nela culminam todas.

Por isso, a importância que se deu durante os últimos séculos à Quinta-Feira Santa foi transferida agora à Vigília Pascal com a recente renovação dos livros litúrgicos, o que se traduz também no modo de celebrar.

--A missa crismal deve acontecer na Quinta-Feira Santa ou pode variar?

--Pe. Flores: A missa crismal é antiqüíssima em toda a Igreja. Nela, o bispo consagra os três óleos de que se necessitam para a administração dos sacramentos: o santo crisma, o óleo dos catecúmenos e o óleo dos enfermos. As fontes litúrgicas falam-nos de sua importância e antiguidade.

Em Roma, adquiria uma especial importância e estava cheia de simbologia. Hoje, cada bispo em sua igreja catedral abençoa e consagra os três tipos de óleos na Quinta-Feira Santa pela manhã --lugar e momento tradicionais na liturgia romana já desde o século V-VI-- ou bem em algum outro dia próximo, segundo conveniência pastoral.

Na liturgia que segue ao Concílio Vaticano II acrescentou-se nesta missa crismal um rito significativo: a renovação das promessas sacerdotais. Contudo, é muito importante que o centro da celebração seja precisamente a consagração dos três óleos que servem para a administração dos sacramentos e não a renovação das promessas sacerdotais.

--Como surge a adoração da Cruz na Sexta-Feira Santa?

--Pe. Flores: A adoração da Cruz era um rito peculiar da Igreja de Jerusalém, posto que contava entre suas relíquias mais preciosas a cruz na qual Cristo foi crucificado. Na Sexta-Feira Santa acontecia uma cerimônia muito popular e sentida: a adoração da Cruz. Os relatos do século IV são comovedores. Santo Cirilo de Jerusalém narra-nos com profusão de detalhes.

Em um certo momento, este rito passa a Roma que, por sua parte, celebrava a Paixão do Senhor com a leitura da Paixão, segundo São João e as conhecidas orações solenes da Sexta-Feira Santa.

A isso se acrescenta então a adoração da Cruz, que se manteve até hoje, mas não é o rito mais importante da Sexta-Feira Santa. A ação litúrgica continua centrada na Liturgia da Palavra, cujo momento culminante é a leitura da Paixão do Senhor, relato, memorial e atualização da redenção com o qual adquire a celebração toda sua força.

Agora falarei de mim

Minha alegria vem do alto

De onde os anjos derramam bênçãos

Meu retirar é necessário, é preciso

Um tempo novo e de volta ao Senhor

Prostro aos pés de Deus e clamo misericórdia

É Ele quem me chama à mudança

É Ele quem me chama à cura

Não posso ter medo

Só preciso confiar

Preciso me esvaziar

E deixar que Deus me molde

Deixar que se manifeste sua Graça em minha vida

Demorei a entender este propósito

Mas agora estou entregue completamente

E feliz por me deixar lapidar

Minha vida não é minha

É de quem me concedeu

Na intenção de me tornar adorador

É um sentimento puro, leve e sincero

Agradeço a Deus pela paciência, por me esperar

Foi preciso me desprender de quem me ama

De quem gostaria de estar ao meu lado

E de quem eu gostaria que estivesse ao meu lado

Mas a entrega a Deus é assim:

Não é da maneira que eu quero

E sim da maneira que Ele quer

Estou pronto, livre e aberto à mudança

Confesso minha curiosidade

Mas só Ele sabe onde, quando e como serei revitalizado.

O fogo do amor

Meu coração é um caldeirão de sentimentos que podem ser deliciosos se forem bem cozidos

Amores
Dores
Cores
Sabores
Cozinha
Corações
A vida tem um pouco de tudo!
É a arte do encontro.
É o mistério da espera.
É tudo de bom!
É a arte de amar...
É o sonho secreto, exposto!
A vida tem gosto se a gente souber aproveitar!

O mistério da vida precisa ser experimentado aos goles. Quem se apressa, se engasga nas próprias buscas e rapidamente abandona o caminho. As pessoas reagem sempre de uma maneira diferente da nossa. Cecília Meireles disse que "o vento é o mesmo, mas seu efeito é diferente em cada folha". Somos folha, somos vento... e reagimos de forma única em cada relacionamento. Namorados, amigos, pais, filhos, conhecidos, cada um com seu jeito próprio de tocar nossa vida e marcá-la.

O mundo foi feito para todos e nem tudo precisa ser do jeito que eu quero, até porque sou falho e meu coração também o é. Nem sempre escolho o bem, nem sempre escolho o melhor. Quando reconheço as minhas fraquezas me sinto mais real, mais eu mesmo, e pronto para receber ajuda e ajudar. Na vida existirão sempre as regras, os processos de amadurecimento de cada um, assim como existem as margens para dar força ao rio, e os freios para garantir a segurança numa viagem de carro. Santo Agostinho afirma que "a medida do amor é amar sem medidas". Não sou EU a medida, mas o amor! O problema é que a nossa tendência é excluir aqueles que pensam diferente por não se encaixarem em nossos esquemas. Usamos nossa própria vida como régua para medir as pessoas, os amigos, os amores. Nossa régua precisa ser o AMOR!

Um amor que não respeita o outro não é saudável. Lembro de Santa Teresa d'Ávila que partilhou uma exortação que recebeu de Deus: ''Quero que prestes muita atenção, a fim de que o demônio e tua fraca inteligência não te façam obrigar outras pessoas a viver como tu vives''. O(a) namorado(a), o amor da sua vida, também faz parte dessas "outras pessoas". Cada pessoa é um mundo, e obrigar o outro a viver como a gente vive, forçando uma identidade ilusória para aquele que partilha sentimentos conosco, sem dúvida alguma, é algo extremamente esquisito e perigoso. É o que eu chamo de "síndrome do clone". As pessoas que sofrem desse mal só ficam satisfeitas quando todos à sua volta são perfeitamente iguais a elas mesmas. Fala sério! É proibido ser diferente? "Namorada(o) clonada(o)" é um tédio!

É preciso morrer, mudar, transformar-se e continuar sendo autêntico, original e livre no relacionamento. Ressurreições implicam em mortes, então, digo a cada namorado e namorada, a cada mulher e homem apaixonado a conhecida frase de Goethe: "Morre e transforma-te!" Ressurreições, transformações, desejos. Meu coração é um caldeirão de sentimentos que podem ser deliciosos se forem bem cozidos, porque se não houver cuidado, observação, equilíbrio, estraga tudo!

Cozer sentimentos, colocar sal, tempero, cuidado, respeito, amizade, AMOR, deliciosos condimentos. Também não esquecer de diminuir ou aumentar o fogo quando for preciso. E há situações em que "é fogo" mesmo, não é? O fogo tem poder transformador, é coisa de Deus, por isso é que para o Cristianismo o Espírito Santo é simbolizado também por este elemento. Tive a alegria de compor a música do casamento de dois amigos: Fábio Roniel e Eliana Ribeiro. O Fábio tinha a melodia, pedi-lhe para relembrar as coisas que importavam na história deles e fui fazendo a letra de acordo com a orientação dele. Nesta letra, escrevemos assim:

Quero estar com você
Lembrar de cada momento bom
Reviver a nossa história, nosso amor
Quem nos uniu foi Deus
Para fazer um só...você e eu!
Agora somos um do outro
Nosso amor foi crescendo aos poucos
Provado na dor
Como ouro, provado no fogo
Pra poder se tornar com o tempo
Um belo tesouro
Tão raro no mundo
Sacramento selado por Deus...
Você e Eu!


Um amor que é provado na dor, como o ouro, se transforma em tesouro. O fogo pode simbolizar sofrimento, ódio, calor, purificação, conhecimento, cura, Espírito Santo, inferno, destruição, violência. E, muitas vezes, para ter esse tesouro é preciso enfrentar uma outra face da simbologia do fogo: o fogo das paixões. Nem sempre é fácil controlar os instintos. Padre Daniel Ange, em seu livro "Teu Corpo feito para o Amor", fala que: "O fogo tão suave para aquecer pode devastar. (...) A energia sexual descontrolada pode levar à morte, tudo o que é bom, desviado de sua finalidade, volta-se contra o homem".

E como lidar com esse fogaréu dos desejos? Enfrentando-o, aceitando-o como real, sem se deixar controlar por ele. Pedir a graça de Deus para que possamos alcançar o equilíbrio. Sem Ele não somos nada. Deus é o amor, e Ele pode fazer o milagre de nos tornar puros, autênticos, sinceros, fiéis. Aquele que admite que é gente, que sente e tem desejos, pode com certeza viver a liberdade de um relacionamento que não reprime o outro, mas respeita a sua liberdade de escolha diante de valores como o da castidade. O amor, como diria Camões, é "o fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente", mas também é um "querer estar preso por vontade".

Diante de alguém que amamos toda mentira vai embora. As máscaras caem, pois a luz que emana de um amor verdadeiro ilumina os lugares mais sombrios do nosso ser. Os limites aparecem, mas as possibilidades também, não existe mais espaço para o fingimento ou encenação. O namoro é lugar de purificação. Vamos nos tornando mais puros, mais verdadeiros, mais autênticos. E por mais que nos esforcemos, ele será em vão se não contarmos com o auxílio divino. Anselm Grün nos fala sobre esta experiência de amor que purifica:
"É sempre Deus que nos purifica, não o nosso próprio agir. Só precisamos deixar que isso aconteça. (...) E no momento do encontro com o/a amado/a, acontece purificação em nós. Sentimo-nos clarificados pelo olhar do amor. O amor nos torna puros". (GRÜN, Anselm)
Que o fogo do amor possa queimar o que é impuro em nós! Que este fogo seja controlado pelo Espírito Santo de Deus para que possamos viver a felicidade de um amor de verdade!


Diego Fernandes
diego@cancaonova.com

O Resgate da Castidade

Prof. Felipe Aquino

Cansados de uma exploração sexual que banaliza o sexo e degrada a pessoa humana, jovens dos Estados Unidos e outras partes do mundo celebrarão no dia 14 de fevereiro o 4° Dia da Pureza, uma iniciativa de “Liberty Counsel” que busca promover a castidade e a pureza em meio da cultura atual que estimula o hedonismo (o prazer como fim) e a libertinagem sexual. (ORLANDO, 08 Fev. 07 (ACI).

O Dia da Pureza foi criado para conscientizar sobre os perigos da conduta promíscua, uma vez que os jovens são “inundados na escola, na televisão e na Internet com mensagens eróticas que dizem que a luxúria e a exploração são normais e saudáveis e que os valores morais tradicionais devem ser desprezados para explorar sua sexualidade mais cedo e com maior freqüência.

Rena Lindevaldsen, coordenadora internacional do Dia da Pureza, explica que “as conseqüências da promiscuidade entre os jovens são devastadoras. Mais de três milhões de adolescentes nos Estados Unidos são infectados a cada ano com algumas doenças sexualmente transmitido. Os Estados Unidos tem a taxa mais alta de gravidez adolescente entre os países desenvolvidos e as jovens que abortam constituem 20 % (cerca de 260 mil) de 1.300.000 abortos realizados a cada ano no país”.

Lindevaldsen também destaca que “estes problemas são o resultado direto do fracasso da sociedade em oferecer uma direção moral adequada. Alentamos os estudantes a escolherem a pureza sexual para combater a persistente mensagem de promiscuidade sexual que se promove através da televisão, da Internet, dos filmes, dos jogos eletrônicos e inclusive em alguns programas de educação sexual”.

O teatrólogo francês, Paul Claudel, disse certa vez que: “a juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio”. “Ser homem não é dominar os outros, mas dominar-se a si mesmo”.

Cresce no mundo a importância da Castidade. Para dar um exemplo dessa “contra-revolução sexual ” cito o caso de milhares de jovens americanas, de 13 a 21 anos, do movimento True Love Waits (O Verdadeiro Amor Espera), lançado em 1994 na cidade de Baltimore, capital do estado de Maryland, Estados Unidos, as quais prometeram, por escrito, manter-se virgens até o dia do casamento. O pacto que assumiram diz o seguinte:

“Acreditando que o verdadeiro amor espera, eu me comprometo diante de Deus, de mim mesma, minha família, meu namorado, meu futuro companheiro e meus futuros filhos a viver a castidade até o dia em que entrar numa relação de casamento” (Jornal do Brasil, Ana Maria Mandin, 12/03/94).

Este exemplo não é único, e mostra o renascer da castidade.

Quando o Papa João Paulo II esteve nas Filipinas, em janeiro de 1995, na “Jornada Mundial da Juventude”, houve uma concentração de 4 milhões de pessoas para participar da missa que ele celebrou em Manila. Nesta ocasião um grupo de cincoenta mil jovens entregou ao Papa um abaixo assinado se comprometendo a viver a castidade.

O homem não é apenas um corpo; tem uma alma imortal, criada para viver para sempre na glória de Deus. Isto dá um novo sentido à vida. Não fomos criados para nos contentarmos apenas com o prazer sexual passageiro; não somos animais. Fomos feitos para o Infinito, e só em Deus satisfaremos plenamente as nossas tendências naturais.

Desgraçadamente a nossa sociedade secularizada, e que vive “como se Deus não existisse” (João Paulo II), promove hoje o sexo acintoso, sem responsabilidade e sem compromisso, e depois se assusta com as milhões de meninas grávidas, estupros, separações, adultérios, etc. É claro, quem planta ventos, colhe tempestades.

Vemos hoje, por exemplo, esta triste, vergonhosa e promíscua campanha de prevenção à AIDS através do uso da “camisinha”, patrocinada pelas autoridades. Sinto vergonha diante Deus e dos homens. De maneira clara se passa esta mensagem aos jovens: “pratiquem sexo à vontade, como bichos, mas usem o preservativo.” Ora, o que nos distingue dos animais é o uso da inteligência e a vontade. Dizer aos jovens para viver o sexo de qualquer jeito, fora das exigências do casamento, é trata-los como animais irracionais, é bestializa-los. Isto é imoral e decadente.

Será que não temos algo melhor para oferecer aos jovens?

Outro exemplo de importância da castidade vem do México. A Secretaria de Saúde do governo mexicano reconheceu a eficácia da abstinência e a fidelidade como médios para evitar a AIDS, e anunciou que incluirá ambos os métodos na informação que dá aos jovens sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes em adolescentes.

O subsecretário de Prevenção e Promoção da Saúde da dependência, Mauricio Hernández Ávila, declarou à imprensa que não têm contemplado promover nem distribuir massivamente preservativos porque consideram que essa estratégia, recomendada pela Organização Mundial da Saúde, não gera mudanças nas atitudes dos jovens.

Hernández disse que “se você praticar a abstinência é um bom método, o mais seguro, aí não há perda; praticar a fidelidade é um bom método”. (Fonte: ACI- 24/01/2007)

Também na África a castidade tem dado belos frutos. O Presidente de Uganda, Yoweri Museveni, perante os delegados de 17 países que participaram de uma cúpula sobre a AIDS na África, rejeitou a proposta de entregar preservativos nas escolas porque – afirma – “isto só causará mais contágio”.

Com a autoridade de ser o protagonista da política mais bem-sucedida na luta contra a AIDS na África, Museveni afirmou que promovendo a abstinência o seu país reduziu a AIDS com melhores resultados que naquelas nações onde se privilegia o uso dos preservativos.

"Para nós é inaceitável ir às escolas primárias ou secundárias e ensinar os alunos como serem promíscuos e usar preservativos”, indicou Museveni.

Na cúpula, o Presidente Museveni recebeu o “Prêmio Elizabeth Glaser Pediatric Foundation Leadership” pelo seu compromisso com a saúde dos menores.

Museveni assinalou que o preservativo é um “investimento perigoso" porque há indicadores que mostram que não podem bloquear certos vírus. "Deveríamos encontrar outras formas de ocupar as mentes das nossas crianças”. O Presidente indicou que as crianças devem ser educadas em como encontrar os seus companheiros de vida. (Fonte: ACI em 20/10/2004)

A Igreja ensina no Catecismo que:

“Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo” (Gal 3,27), modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade”. (§2348)

“Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais”.(§2396)

Texto retirado do site www.cleofas.com.br



 

Jesus está passando na minha família

Aqui na Canção Nova, todos os anos entram jovens que querem se consagrar a Deus. Neste ano entraram por volta de cinqüenta novos jovens na comunidade. As famílias deles devem estar muito felizes, pois eles podem ter a certeza que eles estão servindo a Deus.

Eu não sei a situação em que seu filho se encontra, mas ele é uma benção, independente da situação em que ele esteja. Talvez você esteja infeliz com seu filho, e até mesmo proferiu uma maldição contra ele, em um momento difícil. Mas eu te digo, e você deve ter sempre isso em seu coração: O seu filho é uma benção!

Muitos dos membros da comunidade foram terríveis em sua juventude. Hoje são causa até mesmo de desejo de vocês: Como eu gostaria de ter um filho assim! Mas eles são frutos de muito sacrifício e muita oração.

Hoje eu falo de maneira especial para os pais, que estão desanimados com seus filhos. Aqueles que até mesmo estão pensando que seus filhos não têm mais jeito. Mas eu digo que eles têm jeito!

O Evangelho nos fala de Levi filho de Alfeu. Quanta dor de cabeça ele deve ter causado na vida de Alfeu. Ele era considerado um impuro, um ladrão, por ser cobrador de impostos. Ele era a vergonha da família!



Talvez o seu filho esteja sendo vergonha para a sua família, mas quero dizer a você: Deus está no meio de nós! E Ele está operando a conversão de seu filho, mesmo que você não veja, não perceba, mas Deus está agindo. Pois Cristo derramou o Seu sangue na cruz, pelo seu filho! Alegre-se, pois a graça já está acontecendo!

Quando Jesus passou, Levi mudou. Passou a se chamar Mateus, que significa dádiva de Deus. Não importa a situação que seu filho se encontra, mas você deve apresentar o seu filho a Deus todos os dias, e quanto mais piorar, mais apresente-o ao Senhor. Você precisa confiar no Senhor!

Não é só você que está rezando pelo seu filho, Jesus está também rezando por ele. Jesus está passando por aqui! E a qualquer momento Ele vai virar para o seu filho e vai dizer: Vem! Levanta-te! Jesus veio atrás dos perdidos! Se seu filho está perdido, Jesus está atrás dele! Jesus vai passar e vai tocar no seu filho. Nunca mais o demônio vai tocar nele. Acredite!

Você olha os membros da Canção Nova, e pensa que nós éramos sempre santos. Nós fomos Levi, e hoje somos dádivas de Deus!

Ouça testemunho de Joelcyo, missionário da Comunidade Canção Nova

Você filho poderá ser um sinal, para os seus pais para que eles possam se tornar Mateus também. Com a sua vida você pode ser o sinal para eles! Jesus pode passar pela vida de seus pais através de você! Ele está passando! Ele está agindo! Acredite!

Apresente a Deus nesse momento cada membro da sua família! Ore a Deus pedindo que Ele cuide dos seus! Pois Jesus está diante do Pai intercedendo pelos seus!

Ouça oração de libertação das famílias







                                       

                                       Padre Léo

“É preciso ter uma meta, e a nossa meta é muito grande. Quem se acostuma com coisa pequena não pode ir para o céu. O céu é para quem sonha grande, pensa grande, ama grande e tem a coragem de viver pequeno. Isso é o céu.”

Encontrar uma meta e manter o passo firme em direção às coisas que estão no Alto é próprio daqueles que sabem superar os desafios e que não se deixam abater diante das dificuldades. Para aqueles que não querem parar nem desanimar diante dos problemas, eis o ensinamento de Pe. Léo: é preciso continuar!

Em Buscai as coisas do Alto, o autor nos mostra a importância de encontrar o sentido para a nossa existência e de prosseguir no caminho, mesmo em meio à dor. É no Alto que está a nossa meta e é por ela que devemos lutar. Para alcançar as coisas do alto, precisamos cultivar a paz. E essa paz também é no sentido interior. Ela não significa que você vai estar todo dia alegre, todo dia feliz. O triunfo da paz significa uma conquista; significa que vamos passar por problemas, por dificuldades. Em alguns dias, você vai estar para baixo e não com a mesma disposição de sempre, porque você é humano e precisa colocar o pé no chão, mas os olhos devem estar fixos em nosso alvo, Jesus. Ele é nossa paz, nosso modelo.

Retirado do livro "Valei-me São José"
Padre Jonas Abib



Se você é casado, saiba: seu casamento precisa ser totalmente diferente. O relacionamento marido-mulher precisa ser diferente. O Senhor quer lhe dar de presente uma visão nova. Sobrenatural. Uma visão de fé.

Como é bonito a mãe que contempla e apalpa a criança no seu ventre. Conversa, troca afeto com a criança em gestação. É isto que Deus está fazendo. Ele já está apalpando sua futura família. Deus já está contemplando, já está amando, já está dialogando com sua futura família.

Você, que ainda é jovem, saiba: Deus já o vê pai. Já o vê esposo. Ele já contempla a família que vai ser sua. Você não pode estragar tudo antes do tempo.

Você, menina, não pode deixar que ninguém a estrague. Guarde-se para o sagrado, para o mistério do matrimônio, para a beleza da maternidade.

Quanta menina foi para o fundo do poço, confiando nas palavras do rapaz que dizia que a amava, que daria a vida por ela, que ficaria com ela até o fim, desde que ela se entregasse a ele. Hoje, ela está abandonada. "Fruta" mordida e jogada fora. "Fruta" trazendo, talvez, outro fruto dentro de si.

Deus salva tudo. Ele é capaz de salvar essa menina! É capaz de salvar essa criança que está nela. Ela que foi na conversa de que nunca seria abandonada.

Não confie em palavras. Confie na graça do sacramento. Espere, minha filha. Se ele a ama realmente, ele vai esperar.

"Se você ama, você se entrega." Isso é ilusão, a reação tem de ser outra: "Se você me ama, você me espera. Menina fácil tem por aí. Menina de programa tem sobrando. Eu sou de Deus. Quero ser sua esposa, não quero ser mais um programa ou mais uma noitada na sua vida. Quero ser sua esposa, a mãe dos seus filhos. Se me ama de verdade, espera".

Acredite, a grande demonstração de amor é esperar. É muito mais forte, é muito homem quem espera. Homem trouxa, que não agüenta nada, tem de monte por aí. Você quer mais um desses homens na sua vida? Talvez até na sua casa você tem a triste experiência de ver o que "um homem" fez com a sua mãe. Você tem talvez a experiência do que homens fizeram com suas colegas. Você quer ser mais uma vítima? Claro que não.

Espere, minha filha. Espere Maria. Talvez você não tenha palavras para explicar, mas se Deus tem aquele rapaz para seu esposo, Deus vai fazer a obra. Maria esperou, mas não tinha como explicar. Ela teve de esperar que Deus explicasse a José. E Deus explicou porque escolheu José para ser o esposo da Virgem.

Não se adiante. Não se apresse porque não vai servir para nada. Você vai começar por atalhos o seu casamento.

Você é grande demais! O sonho de Deus para o seu casamento e a sua família é grande demais! Para seu esposo e pai de seus filhos, quem você vai levar? Leve o autêntico. O legítimo. O saído da fábrica, com a marca de controle de qualidade. Você merece o genuíno, o autêntico. Sucata deixa para sucata! Tem muito ferro velho por aí. Deixe-a para  o ferro-velho.

Agüente, José! Prove que você ama, agüentando, esperando. Maria, seja firme, agüente, espere e faça esperar. Prove amor e exija prova de amor.

[ ver mensagens anteriores ]