Sexo antes do casamento une mais? Sexo antes do casamento une mais? 
                                   Não será uma maneira de nos conhecermos melhor?


Se o amor físico fosse da ordem da técnica, uma experiência preliminar seria imprescindível. Mas não é nada disso: o sucesso sexual depende em primeiro lugar da qualidade do amor e da relação. É urgente aprender a amar, e não a "fazer amor". Longe de preparar o amor enquanto dom, as relações sexuais antes do casamento podem pelo contrário ser fonte de feridas para um e para o outro.

Com efeito, os carinhos sensuais precipitam a evolução da relação porque criam muito rapidamente uma exigência de vida em comum. É então muito mais difícil pôr em questão a sua escolha e, eventualmente interromper a relação. Acontece também que a vida sexual esconde, no casal, a expressão da ternura e a construção da comunicação: a linguagem dos corpos substitui muito depressa o diálogo em profundidade. Como ainda não há compromisso, pode-se também experimentar um medo de se dar a alguém que não nos acolhe na totalidade ou que não estaria em condições de assumir a vinda de um eventual filho.

Por outro lado, não ter relações sexuais antes do casamento fortifica a castidade. A castidade, que manifesta o sentido profundo que tenho da minha dignidade, é igualmente um respeito pelo outro, na sua diferença e no seu direito a ser ele mesmo; é uma renúncia a toda idéia de poder sobre o outro e a aceitação do seu consentimento necessário. A castidade é também transparência, permitindo ao corpo ser sinal não equívoco, mas puro do amor.

Ela é, enfim, uma reserva para realizar a totalidade do dom: a mulher dada totalmente ao seu marido é casta. O jovem que se reserva para aquela a quem dará tudo, é casto. A virgindade já não é, de fato, um valor muito cotado. No entanto, é o que muitos quereriam possuir no dia em que fazem a descoberta do "grande amor", do "amor da sua vida".
A castidade é, verdadeiramente, o entusiasmo de um amor que se quer dar totalmente no respeito profundo do outro.
Por isso, ela é, e permanecerá sempre uma virtude moderna.


Comunidade Shalom
Fonte: www.comunidadeshalom.org.br


Deus tem um chamado para você!
Acesse: cancaonova.com/vocacao

 
 
Sacramento do Matrimônio

Matrimônio no desígnio de Deus

O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO "A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de sacramento por Cristo Senhor."

O Vínculo Matrimonial

O consentimento pelo qual os esposos se entregam e se acolhem mutuamente é selado pelo próprio Deus. De sua aliança "se origina também diante da sociedade uma instituição firmada por uma ordenação divina". A aliança dos esposos é integrada na aliança de Deus com os homens: "O autêntico amor conjugal é assumido no amor divino".

O vínculo matrimonial é, pois, estabelecido pelo próprio, Deus, de modo que o casamento realizado e consumado entre batizados jamais pode ser dissolvido. Este vínculo que resultado ato humano livre dos esposos e da consumação do casamento é uma realidade irrevogável e dá origem a uma aliança garantida pela fidelidade de Deus. Não cabe ao poder da Igreja pronunciar-se contra esta disposição da sabedoria divina.

Fonte: "Catecismo da Igreja Católica"

Ouça "Tudo Posso" de Celina Borges!!!

Clique no link abaixo.

http://www.celinaborges.com.br/mp3/tudo_posso.mp3

Onde Evangelizo Primeiro?

    Um dia Jesus disse ao Pai:
    "PAI, DOS QUE ME DESTE NÃO PERDI NENHUM!" Jo 18,9
    Há nesse texto uma certa prestação de contas que Jesus faz ao Pai que está no céu. Aqueles que Deus Pai confiou a Deus filho, todos foram evangelizados e salvos.
    DOS QUE ME DESTE, NÃO PERDI NENHUM!
    Sabe, ao começar escrever esse artigo, fui extremamente tocado, pois resolvi me fazer o seguinte questionamento:
    Será que posso dizer essa mesma frase ao Pai?
    Ou seja,
    Deus: não perdi nenhum dos que me confiaste!
    Imediatamente cheguei a uma conclusão: NÃO, não posso pronunciar tal frase, pois há muito que fazer na minha família, nos meus parentes, ou seja, naqueles que Deus me confiou.
    Então decidi: tentarei viver esse versículo que tantas vezes me passou desapercebido.
    De que adianta ajudar a salvar o resto do mundo se eu perder justamente aqueles que Deus me confiou? OU SEJA, A MINHA FAMILIA!
    Mais uma vez, o PAPA JOÃO PAULO II foi extremamente sábio em escrever recentemente refletirmos sobre três tipos de missão!
    A primeira missão: MARIDO E MULHER.
    A segunda missão: PAIS E FILHOS.
    Só então nasce a terceira missão que é aquela fora de casa. O mundo lá fora!

    Com a primeira e a segunda missão completadas, nascerão os frutos e estes explodirão sobre a terceira. É O TESTEMUNHO DE VIDA!
    A graça alcançada dentro de casa se torna alimento para a missão fora de casa!
    Perdoem-me, mas paro de escrever por aqui. Desculpem minha pressa, mas há muito que fazer com os meus. São familiares demais e tempo de menos.
    Dessa vez paro por aqui. TENHO PRESSA! O TEMPO URGE!

    Que Jesus me dê a graça de poder proclamar:
    DEUS: DOS QUE ME DESTE NÃ PERDI NENHUM!

    Fica aqui um questionamento pra todos nós:
    E OS NOSSOS? AQUELES QUE DEUS NOS CONFIOU!
    NOSSA FAMÍLIA! NOSSOS PARENTES!
    TODOS JÁ ESTÃO SALVOS?


    E se você me disser: Não adianta, já tentei de tudo. É a separação dos meus pais. São os meus irmãos que não conversam a mais de anos. Estou desencorajado.
    Eu te direi o mesmo que Jesus disse no dia em que Pedro chegava da pescaria com as redes vazias e a vergonha de ter fracassado.
JOGUE AS REDES NOVAMENTE, MAS DESTA VEZ, COM JESUS A BORDO

    SE VOCÊ JÁ FOI FUNDO, VÁ MAIS FUNDO AINDA. Onde termina o alcance da sua visão começa a de Deus. DEUS VÊ E QUER DAR A SOLUÇAO PARA O SEU PROBLEMA.

    E deixe que a resposta de Pedro o ajude a formular a sua:

    "PORQUE MANDA, SENHOR, LANÇAREI AS REDES".

    VÁ PESCAR NOVAMENTE. E QUE JESUS TE DÊ A GRAÇA DE PODER    DIZER:

    PAI: NÃO PERDI NENHUM DOS QUE ME CONFIASTE!

                                    DALVIMAR GALLO - www.anjosderesgate.com.br

Apelo aos Artistas

14. Com esta Carta dirijo-me a vós, artistas do mundo inteiro, para vos confirmar a minha estima e contribuir para o restabelecimento duma cooperação mais profícua entre a arte e a Igreja. Convido-vos a descobrir a profundeza da dimensão espiritual e religiosa que sempre caracterizou a arte nas suas formas expressivas mais nobres. Nesta perspectiva, faço-vos um apelo a vós, artistas da palavra escrita e oral, do teatro e da música, das artes plásticas e das mais modernas tecnologias de comunicação. Este apelo dirijo-o de modo especial a vós, artistas cristãos: a cada um queria recordar que a aliança que sempre vigorou entre Evangelho e arte, independentemente das exigências funcionais, implica o convite a penetrar, pela intuição criativa, no mistério de Deus encarnado e contemporaneamente no mistério do homem.

Cada ser humano é, de certo modo, um desconhecido para si mesmo. Jesus Cristo não Se limita a manifestar Deus, mas « revela o homem a si mesmo ».(23) Em Cristo, Deus reconciliou consigo o mundo. Todos os crentes são chamados a dar testemunho disto; mas compete a vós, homens e mulheres que dedicastes a vossa vida à arte, afirmar com a riqueza da vossa genialidade que, em Cristo, o mundo está redimido: está redimido o homem, está redimido o corpo humano, está redimida a criação inteira, da qual S. Paulo escreveu que « aguarda ansiosa a revelação dos filhos de Deus » (Rm 8,19). Aguarda a revelação dos filhos de Deus, também através da arte e na arte. Esta é a vossa tarefa. Em contacto com as obras de arte, a humanidade de todos os tempos — também a de hoje — espera ser iluminada acerca do próprio caminho e destino.

Papa João Paulo II
Carta aos Artistas
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